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domingo, 15 de agosto de 2010

FANTÁSTICO FAZ MATÉRIA DESCARACTERIZANDO A PESQUISA UFOLÓGICA!

Nesse dia 15 de agosto de 2010, o Fantástico teve como tema de abertura a matéria que comentei da noite do dia 10 do Jornal da Globo. Inicialmente a matéria fala do decreto publicado no Diário Oficial sobre como a Aeronáutica deve proceder em caso de contatos com OVNIs. Porém fica por aí, essa parte é tão breve, que praticamente só serviu para dar gancho para descaracterizar a Ufologia. Como fizeram isso? Depois de falar por alguns segundos do decreto publicado em Diário Oficial, o que leva a ver que o assunto é seriíssimo para os órgãos de defesa, o jornal Fantástico discorre sobre quatro casos conhecidos da Ufologia. O Assunto é tão sério para o ministério da defesa, que quem está ligado no assunto sabe que de alguns anos pra cá, antevendo esse decreto, foi criado o código “TRÁFEGO HOTEL”.

É assim que o piloto deve se referir ao avistamento caso haja um... por que as freqüências de radio podem ser captadas por radioamadores de plantão, e conversas de cunho “SEGURANÇA NACIONAL” caem fácil em evidência a menos que mascaradas! E o decreto agora vem quebrar o silêncio dos militares e aviadores. Tem sido grande e crescente o número desses avistamentos por parte de pilotos “o que exclui completamente qualquer confusão com balões ou coisas do gênero por parte de leigos” e nesse caso, evitando complicações em suas carreiras, os pilotos se calam! Mas agora é lei, não podem se calar, logicamente o caso sempre será abafado, mas o avistamento deve ser comunicado.
Mas voltando ao assunto da descaracterização do Fantástico com a Ufologia...


O primeiro caso que eles expuseram é uma fraude antiga e muito conhecida no meio ufológico, um golpe de marketing da extinta revista “O Cruzeiro”, que em 1952 forjou um caso de aparição de um OVNI na Barra da Tijuca (RJ) para tentar aumentar as vendas da revista que vinham caindo significativamente.
Um caso que realmente nem tinha que ser mencionado a não ser que se entenda a necessidade de fazer chacota e intelectualmente descaracterizar o que nós ufólogos temos tentado trazer a luz do público! Pior, o caso é dito que esse caso é chamado de “O CASO NÚMERO UM DO BRASIL!” logo após inclusive ter dito que o Fantástico teve acesso a documentos antigos, que já tinham sido liberados pela aeronáutica e estão no arquivo nacional em Brasília... E sem problema algum, a matéria mostra o Ufólogo Claudeir Covo analisando as fotos e provando que o caso se trata de uma fraude comprovada. Porém, não colocam nem Claudeir nem nenhum outro ufólogo apresentado na matéria como UFÓLOGO e sim, apenas vem escrito a baixo do nome a palavra PESQUISADOR. Isso ajuda a tirar de foco a Ufologia! Se quisessem mesmo mostrar quem é a pessoa, falariam a real profissão, como respaldo de quem ela é! PESQUISADOR, até onde eu entendo, não informou NADA ao publico. Mas a manipulação continua, pois a informação proposta na matéria, a DESCARACTERIZAÇÃO esta sendo bem feita...

Logo em seguida o Fantástico descaracteriza um caso importantíssimo da Ufologia brasileira e mundial, a OPERAÇÃO PRATO.
A Operação Prato já foi tema do “Linha Direta Mistério”, com relato até mesmo do Prefeito da cidade, e reportagens não só da Rede Globo como de outros canais e foi até tema de documentário do History Chanel.

O caso é que a população do litoral do Pará, em uma região formada por vinte municípios, conhecida como Salgado, propriamente de gente humilde, pescadores e outros, estavam sendo aterrorizadas por estranhas luzes. O alvoroço foi tamanho que militares da Aeronáutica foram designados para ir ao local investigar o caso.
Essa operação é importante por dois motivos.

O primeiro motivo é que embora não fosse para informação ir a público, o Comandante da Operação, o Coronel da Aeronáutica Uyranger Hollanda, decidiu não levar para o túmulo esta história e procurou divulgá-la. Falou para televisão, revelou o que aconteceu, entrou em contato com equipes de ufólogos e deixou claro a todos que temia represálias. Sua historia termina em seguida com sua morte “misteriosa”. Misteriosa por que Cel. Uyranger foi encontrado morto em sua própria cama. A informação oficial é de suicídio embora seja realmente muito difícil uma pessoa se enforcar sozinho na própria cama! “Isso ocorreu logo que o programa Linha direta mistério resolveu procurá-lo e ele aceitou mais uma vez falar sobre o caso... “misterioso isso pra você?! Ta bom... Vamos engolir o suicídio por hora!”.
O segundo é que ela com isso se tornou a primeira operação confirmada e documentada em que uma equipe de militares das forças armadas esteve envolvida diretamente em um processo de aproximação, identificação e possível contato com seres não terrestres, não humanos e procedentes de outros pontos do universo “que veio a público, claro!”.
De acordo com muitas descrições de OVNIs pelo mundo todo, quando se relatavam sua forma, dizia-se parecer com dois pratos sobrepostos, ou “pires”, o que gerou o termo “Flying Saucer” que é usado no mundo todo, mas no Brasil usamos o termo “disco” “Disco voador”.
Cel. Hollanda embora um cético no assunto, designado para o caso e sabendo se tratar do assunto OVNI, não poderia batizar a operação como “Operação Disco Voador”, daria muito na vista, por tanto batizou a mesma como “Operação Prato”. Só até aí já da pra notar a preocupação do grande escalão das forças armadas e sua preocupação para com a Ufologia e a presença extraterrena em nosso meio.
A Operação Prato, logicamente uma operação secreta da Aeronáutica, caindo em público foi desconversada pelos militares “o que também é esperado”, dizendo que esta operação era do “interesse de poucos” atribuindo então esse interesse maior ao Sargento João Flavio de Freitas Costa, que era o estrategista da Operação, por isso foi o autor de praticamente todos os relatórios enviados a base da Aeronáutica e foi quem convenceu o Sr. Hollanda de não estar lidando com algo desse mundo. Infelizmente, Flávio Costa faleceu em 1993, sem fornecer maiores detalhes de sua participação na Operação, até então ainda oficialmente secreta. Mas vamos atentar aqui para um detalhe; Se Flavio Costa foi o principal autor da maioria dos relatórios enviados, isso aconteceu por que ele estava com essa tarefa, e se enviava relatórios sinal que a operação não era para ele e para o grupo e sim para alguém acima deles... Além do que, a Aeronáutica não gastaria dinheiro com uma missão investigativa de cunho pessoal de alguém, deslocando equipe e equipamentos, gastando com estadia e tudo mais de pessoal. Não nos chamem de burros! A impressão que tenho é que as desculpas esfarrapadas para desviar a atenção do assunto OVNI continua crescendo em nível de tolice desde a época do Projeto Livro Azul!
Fernando Dako
A matéria do Fantástico usa o filho do Sargento Flavio Costa, Fernando Costa, o “Fernando Dako”, um Técnico de Som boêmio que gosta de estar em convívio de artistas e demonstra em sua entrevista ao site VIGÍLIA, que havia entre ele e o pai um distanciamento. E que ele quis sacanear o trabalho do pai por rebeldia adolescente. Diz que seu pai sempre contava histórias e estórias sobre OVNI com empolgação e uma dose de misticismo... Fernando conta que seu pai queria que ele aprendesse uma profissão em casa, pois era melhor aprender algo em casa do que estar aprendendo coisa errada pelas ruas, e o ensinou a revelar fotografias em um estúdio improvisado em casa.
Outro detalhe importante aqui é que é muito difícil acreditar é que Flávio tenha dado a tarefa de revelar as fotos nas mãos de um filho adolescente, estando envolvido em uma operação secreta, que na verdade não era de interesse só de poucos, mas estava sendo acompanhada de perto e auxiliada também pela CIA e pela NASA e pela FAB, que não tinham nenhum interesse em que se vazasse de forma alguma qualquer resquício de informação.
Como a operação era secreta, as fotos eram reveladas em casa, em estúdio próprio e Fernando de saco cheio do jeito milico do pai, passou a sacanear, ampliando qualquer ponto de luz nas fotos para se parecerem com um OVNI.
Em minha opinião, acho difícil crer, e minha opinião pelo visto é também a mesma de Carlos Augusto Serra Mendes, que na época trabalhava no extinto jornal “O Estado do Pará” e foi incumbido de fazer a cobertura de inúmeros casos de avistamentos de UFOs e ataques a pessoas em Colares, Baía do Sol, Santo Antônio do Tauá e demais áreas da região nordeste do estado.
"Ora, achei sem sentido sua história, de que o pai entregaria a ele algo tão sério quanto à revelação dos negativos da missão militar na selva, justamente uma operação ultra-secreta que tinha a NASA, a CIA e as Forças Armadas brasileiras muito envolvidas. Não era apenas a Força Aérea Brasileira (FAB) que tinha interesse em manter os resultados da Operação Prato sob sigilo, mas também a NASA e a CIA".
Bom, com as palavras de Carlos, vi que não sou tão doido assim, vi que eu não preciso nem ter estado lá como Carlos, que conheceu o Sr. Hollanda e o Sr. Flavio e toda sua equipe para perceber como as coisas são!
E fica visível nas próprias palavras de Fernando, a preocupação do pai com o filho de mantelo longe de confusão! Não é só clara a preocupação do pai com o filho, como também não da pra comparar a cultura e inteligência de um garoto problema que se tornou técnico de som e boêmio com o pai Sargento da Aeronáutica e meteorologista graduado pela Escola de Especialistas da Aeronáutica! “aliás, um perfil que jamais vacilaria a ponto de deixar seu filho aborrecente revelar fotos ultra-secretas e de cunho segurança nacional, com órgãos internacionais envolvidos!”.
Esse perfil, realmente pode ter sacaneado alguma foto, mas não exclui o fato de que ele mesmo diz que houveram fotos que o impressionaram muito, tendo citado até mesmo uma foto de nave que se parecia com uma “arraia marinha”.
Carlos Augusto disse também no site da Revista UFO que:
Se as fotos dos militares que vazaram para os ufólogos foram as que o Fernando Costa alega que adulterou, então ele deve ter tido um trabalhão. Afinal, foram centenas de fotos tiradas pela equipe do Hollanda. E ainda havia horas e horas de filmagens. Se foi tudo “sacanagem” e “brincadeira” de um adolescente, os militares em Brasília que deram credibilidade a essas fotos, além dos técnicos da NASA e agentes da CIA que acompanharam a Operação Prato, estão precisando voltar aos bancos escolares. Caíram numa trapaça de um jovem e não perceberam. É, parece aquele personagem de humor do Jô Soares, que sempre dizia no final, após constatar o logro em que havia caído: “eu acreditei!” Recuso-me a aceitar que tenha sido assim. Seria uma desonra para os nossos militares, e eles não merecem isso.
Consequentemente, sua entrevista NÃO DESCARACTERISA A VERACIDADE DA OPERAÇÃO PRATO... MAS O FANTÁSTICO, EM SUA MATÉRIA, DEIXOU CLARO APENAS QUE FERNANDO SACANEAVA ALTERANDO AS FOTOS.

Quer que acreditemos que nem seu pai, nem os outros envolvidos na obtenção das fotos supostamente reveladas por Fernando, que os objetos ampliados não correspondiam ao que se havia fotografado?! É facil falar qualquer coisa depois que os principais envolvidos já nao estão mais entre nós para se defender... Por que nada disso veio a tona quando estavam vivos então? Sinceramente me parece que alguém aqui esta querendo quinze minutinhos de fama!
Há também um detalhe que não me passa despercebido. fernando fala que se divertia ao ver suas ampliações publicadas em livros ufológicos. Masss, na época, o assnto era mais fechado e não havivam livros falando sobre o assunto! Pra nao dizer que essa minha desconfiança é perfeita, segundo Ademar Gevaerd, naquela época avia apenas um livro que falava da Operação Prato: Vampiros Extraterrestres na Amazônia, DO CONSULTOR DA REVISTA UFO, DANIEL REBISSO GIESE, em edição particular em 1985! E menos de uma meia duzia de livros daquela época para cá surgiram sempre com as mesmas fotos que Fernando Costa quer que acreditemos que forjou!  
Outra questão realmente também óbvia para qualquer pessoa que resolva pensar um pouco, é como Fernando dako conseguiria saber o que era OVNI ou não nos negativos revelados, se ele mesmo não participava das atividades da Operação Prato? Este é outro detalhe que passou longe da “investigação” do Fantástico, e lamentavelmente não mereceu qualquer forma de questionamento.

OBS: Fernando não participava, claro, das operações militares, mas em seu depoimento para o portal Vigilia, também declarou que seu pai, Flavio levava sua mãe em vigilias... Bom, esse é mais um dado que não parece digno de crédito e é totalmente incoerente com sua história. Estamos falando de uma operação militar secreta, com avistamentos e contatos agressivos principalmente para mulheres, que muitas vezes sofriam queimaduras e extrassões em uma região acima dos seios feitas por pequenas sondas “Foo Figthers”, o que deu o nome de Chupa Chupa, pelos moradores humildes. COMO PELO AMOR DE DEUS ME VEM ESSE CARA DIZER SEM NENHUMA NOÇÃO QUE SEU PAI LEVAVA SUA MÃE EM VIGILIAS!!! Além de ser uma operação militar secreta, tenho certeza de que o Sargento Flávio Costa jamais teria exposto sua esposa a tal risco eminente! Da a impressão de que Fernando Dako achava e ainda acha que era uma atividade hipie que os militares resolveram fazer! E esse deve ser o pensamento dele mesmo uma vez que ele descreve seu pai como sempre contando histórias e estórias sobre OVNI com empolgação e uma dose de misticismo!
Independente disso, como se pode descaracterizar um caso como este, onde se tem um militar pondo a cara a tapa, trazendo a público sua história, seu relato de contato catalogando tipos de naves e a interação desses seres com a população e até mesmo sua abdução pelos mesmos... Temos aqui um caso pra lá de pesquisado e que termina com a queima de arquivo da morte do Sr. Hollanda, que foi descaracterizado pelo Fantástico com uma simples frase dita pelo Sr. Fernando Dako, que por mais que tenha ampliado luzes... Eu diria, que eram luzes que não deveriam estar naquele céu!
Carlos Augusto reclama também no site da Revista UFO, que usaram para a matéria a simples palavra de Fernando Dako, sem consultar absolutamente nenhum ufólogo envolvido e nem mesmo conversar com o próprio Fernando, apenas usaram o que esta ESCRITO NA INTERNET!
E assim a matéria segue para descaracterizar o próximo caso... O caso VARGINHA.

Essa pretensa MATÉRIA, não procurou as meninas do caso Varginha, não procurou SE QUER Fernando Dako, mas procurou por quem poderia falar algo CONTRA e com sorriso no rosto!
E pensar, que nesse dia, o Fantástico começou dizendo que faria uma INVESTIGAÇÃO SOBRE DISCOS VOADORES, fala então da portaria que determina como devem ser registrados e arquivados os relatos sobre os chamados OVNI’s, e já pula para pergunta. “ – Mas será que os discos voadores existem mesmo?” E promete a resposta com a pretensa INVESTIGAÇÃO... Começa a questionar algumas coisas e passa para descaracterização muito bem calculada como estou mostrando aqui!
Em fim, fica a pergunta. Essa descaracterização, aos olhos de vocês, isso não se parece com uma matéria feita por séticos, que queriam provar um ponto de vista e cataram meios de faze-lo?! A Rede Globo sempre esta envolvida com mentiras de mídia e manipulação de massa, e dizer isso no meu caso não é ideia louca de um cara com mania de conspiração. Em minha família, muitos trabalharam e se aposentaram em grandes bancos, minha mãe inúmeras vezes chegava do banco contando coisas que aconteciam e quando a matéria passava na tv, era sempre de exclusividade da Rede Globo e completamente diferente do que eu sabia estar acontecendo. A Globo tem um enorme compromisso com a manipulação da massa, em levar a informação que a massa precisa saber para andar na direção que algumas pessoas querem... Desrrespeito, sim, concordo, mas não é só desrrespeito... Observe as ações da Globo mais de perto daqui pra frente, vocês vão se espantar também ao notar a inteligência na manipulação que fazem!
Eu estava na sala outro dia e a tv ligada no quarto no Fantástico... Foi tempos depois de ter começado a se falar sobre os Chemtrails, e o Fantástico estava em uma matéria que não tinha nada a ver e nem me chamou a atenção, mas a entrevistada falou algo em afirmativa e inofensiva sobre “aqueles aviõezinhos que a gente vê muuuito aaalto, cruzando o céus com fumaça...” Corri para ver do que se tratava mas a matéria estava no final e não consegui rever, e a mesma NÃO ENTROU NO SITE DO JORNAL... SERÁ POR QUE ELA NÃO TINHA MESMO NENHUMA IMPORTÂNCIA? Claro que não... mas foi uma informação rápida, jogada na cara de todos, num horário e local onde muitos estão assistindo e alguns, preocupados com os Chamtrails, provavelmente naquele momento estavam com algum sético ao seu lado nequele momento rindo de sua preocupação agora claramente infundada e louca!

Mas voltando ao assunto, o caso Varginha, da forma como exposto agora pelo Fantástico cai em total descrença uma vez que também foi descaracterizado pelo seu principal investigador o Ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues, ex-co-editor e ex-consultor da Revista UFO desde sua fundação, e autor da obra O Caso Varginha, da coleção Biblioteca UFO.
Ubirajara Franco Rodrigues
Segundo declarou ao Fantástico, "- Há a existência de uma série de relatos, de aparições alegadas de objetos voadores não identificados foram raras no caso, os depoimento de pessoas nos diferentes nívei sócio-culturais existem ás dezenas , mas que não são de maneira alguma PROVA, para que a gente possa afirmar que em Varginha ocorreu algo envolvendo uma nave espacial de outro planeta.  Não há provas nem indícios disso!". Como é do conhecimento de todos, o Advogado mineiro Ubirajara F.R. em 1996, liderou as investigações sobre o incidente. Falava publicamente com entusiasmo e até veemência sobre a seriedade e a importãncia das testemunhas, que alegavam inclusive ter avistado uma nave aparentemente com problemas a baixa altitude e emitindo uma fumaça branca, que, segundo os observadores, teria rumado em direção àquela cidade mineira.
 
Junto com o também Ufólogo Vitório Pacacini, Rodrigues estimulou testemunhas a se pronunciarem publicamente a respeito de detalhesespecíficos do caso, e chegou até mesmo a apresentar e a denunciar a imprensa uma suposta tentativa de suborno sofrida pelas principais testemunhas civis, justamente as mesmas que segundo suas palavras no passado, tanto o haviam impressionado, motivado o início de suas investigações. "- as mesmas testemunhas que relataram ter visto um dos seres." Isso para nao se falar das inúmeras referências que se faz ás testemunhas militares, cujos depoimentos foram gravados em vídeo, um deles inclusive por Ademar Gevaerd, autor da revista UFO, endossando a idéia da presença e queda de uma nave alienígena que teria espalgado alguns seres pela região, conforme documentado em entrevista concedida e preservada nos arquivos da Revista UFO, assim como também detalhados depoimentos gravados por militares da Força Aérea Brasileira (FAB).
 
Ubirajara tem todo o direito de DO NADA, se for de sua verdadeira vontade, mudar de opinião sobre tudo, mas nao parece aos meus olhos que isso seja possivel. Tenho a nítida impressão, de que Ubirajara está sendo pressionado de alguma forma. Seriam os mesmos homens de preto que denunciou no passado, tentando subornar as meninas que encontraram o extraterreno? Não se sabe, descobri que nem mesmo a Ademar Gevaerd e a equipe da Revista UFO tem conhecimento dos motivos de tal REPENTINA mudança. Porém, nesse sentido o Fantástico pesquisou bem e descobriu essa mudança... Ou, a própria matéria teria sido programada por algo muito grande, o mesmo que está pressionando Ubirajara, e que junto a tão breve informação sobre a referida Portaria em Diário Oficial, ja se calculava usar seu forte depoimento para tentar por uma pedra definitiva sobre o caso Varginha! 
Mais uma vez... Desrespeito com todos os envolvidos e conosco, concordo, mas fazer o que, a politica de acobertamento continua!
Imagem "link" no site da Revista UFO, ja deletado, que estava no ar pocos dias após a matéria do Fantástico.

Mas não é tão simples assim, simplesmente se chegar a mudar de opinião. Ele ainda não explicou o porque, depois de defender com tanta força que algo de muito importante havia acontecido em Varginha, chegando a afirmar a existência de sinais claros de um processo de acobertamento, ele mesmo, de maneira contraditória, mais à frente, manteve sigilo sobre uma "visita" que teria feito ás instalações da Escola de sargento das Armas (ESA), da visinha cidade de Três Corações, a unidade do Exército que justamente segundo suas investigações e as de Pacaccini, havia tido ampla  participação no caso. O fato aconteceu por ocasião de um inquérito policial militar para o qual tanto Rodrigues quanto Vitório Pacaccini, que foi responsável pelas gravações dos militares da FAB, foram convidados a depor, afim de prestar esclarecimentos.
"-É muito estranho que depois desse fato, Rodrigues tenha mudado de posição progresivamente, e mantido realmente silêncio quanto a todo o episódio". Declarou o Editor da Revista UFO Ademar Gevaerd.
 
É de conhecimento de todos os Ufólogos e aos leitores que acompanham a Revista UFO, que a existência de tal inquérito foi denunciadae revelada publicamente a alguns anos por Ademar J. Gevaerd. "Revista UFO ed. 156, estando agora a matéria diponível no site da revista. O fato de maior gravidade no contexto do caso, depois da misteriosa morte do Policial Marco Eli Chereze, não foi mantido em sigilo, entretanto apenas por alguns pesquisadores, mas pelo proprio Exército, o que configura uma curiosa situação. De qualquer forma, agora motivado por medidas relacionadas à campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, o Órgão acaba de reconhecer a existência desse inquérito, e a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) espera para ter acesso à documentação relativa a este procedimento. 

Logo após, a tão importante INVESTIGAÇÃO do Fantástico passa para o caso ocorrido no litoral capixaba, o caso ILHA DE TRINDADE. Esse caso envolve as famosas fotos de um OVNI obtidas pelo fotógrafo baiano Almiro Baraúna.
 
"-Tive a oportunidade de estar inúmeras vezes com o fotógrafo, e a felicidade de entrevista-lo poucos anos antes de sua morte, gravando em vídeo um depoimento mais do que detalhado em que ele reafirma a veracidade e a legitimidade das quatro fotografias que faz em 16 de janeiro de 1958, a bordo do navio Almirante Saldanha, da Marinha Brasileira, fundiado nas proximidades da Ilha de  Trindade". Diz Ademar Gevaerd.

Baraúna  que era um convidade a bordo do navio, fora no momento da aparição, alertado por um dos militares presentes para documentar a presença do OVNI sobre a ilha. Pois bem, a "investigação" do Fantástico consguiu agora, mais de meia década depois do caso, descobrir uma senhora que alega ter sido amiga de Baraúna e que teria ouvido dele próprio a afirmação de que tudo não passou de um truque fotográfico desenvolvido com o emprego de duas colheres, tendo uma geladeira como fundo. Emília Bittencourt, esta nova e surpreendente testemunha, só nao explicou se o fotógrafo também levara a geladeira para a embarcação da marinha, pois, como também está  documentado e registrado na própria história do incidente, divulgada mundialmente, as fotografias foram feitas na presença de dezenas de testemunhas militares no cónves do navio.

Também se sabe que no momento em que as fotos foram feitas, os militares anciosos por saber se teria conseguido se obter alguma imagem, reabriram um antigo e ja bem deteriorado laboratório fotográfico que havia abordo do navio, onde sob pressão e tendo que se virar com algumas químicas de revelação manufaturadas ali mesmo e na hora, Baraúna revelou os filmes obtidos, descobrindo que apenas 4 de 6 fotografias conseguiram captar a nave.

O Fantástico adimite que as fotos são consideradas até hoje autênticas, mas não fala o quanto foram analisadas por cientistas de todo o mundo exaustivamente nos melhores e maiores laboratorios fotográficos de todo o mundo por dezenas de métodos e profissionais variados. Seriam todos esses profissionais e cientistas pessoas não quilificadas?
Mais a frente o Fantástico literalmente nos chama de Burros, com letra maiúscula mesmo. Isso por que para dar força na descaracterização do caso e no que estava por vir, eles mostram duas das 4 fotos, que aliás são TOTALMENTE DIFERENTES  e dizem que embora essas fotos sejam consideradas autênticas por muitos PESQUISADORES do Brasil e do exterior, apesar de um detalhe, as duas fotos mostradas, são do mesmo objeto, só que de cbeça para baixo!!!  
Ora, as imagens não são se quer parecidas, mas só passariam na TV por um mísero segundo para serem analisadas, sob a alegação de que foram analisadas por muitos e que esse DETALHE é importante... Pena que você não teve TEMPO de ver também! Mas em seguida é dado um foco mais demorado na ampliação do OVNI, e sendo cada vez mais ampliado na tela lentamente, na inteção de que o espectador GUARDE A IMAGEM. Em seguida vem o depoimento de Emilia, dizendo que não passava de uma fraude feita com colheres sobrepostas fotografadas num fundo de geladeira, onde ele, que não era bobo, teria calculado tudo para parecer mesmo com o céu local... Daí a pergunta do editor da Revista UFO: Teria Baraúna levado a bordo uma geladeira?

Outra coisa aqui é o emprego novamente da palavra PESQUISADORES ao falar de quem analisou as fotos. isso por que se a pessoa tenta entender rapido o que esta sendo mostrado pode ser levada a pensar então que só teria sido estudada por Ufólogos, que a essa altura para um leigo, ja deve estar pensando que são pessoas então que pretendem acreditar em tudo e encontrar chifre em cabeça de cavalo!!!

Essas informações, além de serem do conhecimento Geral da Comunidade Ufológica Brasileira e Mundial, foram divulgadas na época nos principais jornais do país. Mas diante de toda a polêmica que ocorreu então, o Estado-Maior da Armada (EMA) realizou um detalhado processo de investigação, providenciando sucessivas análises dos negativos e realizando interrogatórios que envolveram 48 depoimentos, quase todos os militares da tripulação da embarcação, dentro de um inquérito sigiloso em que Baraúna foi figura de destaque, sendo convidado a participar de uma série de avaliações e estudos.

O relatório final dessa investigação acabou classificado como CONFIDENCIAL e foi mantido longe dos olhos da população. Mas em abril de 1958, tres meses depois do incidente, através de nota oficial emitida pela Marinha, jornais, rádios e programas de televisão afirmavam com destaque especial que toda aquela polêmica chegava ao fim, pois o EMA acabava de reconhecer oficialmente que um objeto em forma de disco havia realmente sido observado em Trindade E FOTOGRAFADO NA PRESENÇA DE INÚMERAS TESTEMUNHAS.

Estes são os fatos sobre o ocorrido, aqui expostos de maneira direta e bem resumida. E justamente por isso não foi surpresa para a Equipe da Revista UFO que, depois de ser contatada pelo Editor da Revista, A. J. Gevaerd, a sobrinha de Baraúna em questão, Mara Baraúna, que é hoje a guardiã do acervo de Baraúna, através de e-mail, tenha veementemente negado a suposta confirmação de fraude que lhe fora atribuída na forma de narrativa pelo Fantástico, mesmo dizendo que a mesma NÃO QUIZ GRAVAR ENTREVISTA.

"-O único contato que tive com a produção do Fantástico foi para declarar que não queria participar do programa. Jamais dei a declaração que a mim foi atribuída!" Declarou Mara.

Os fatos relacionados ao caso, como agora este desmentido, transformaram o depoimento da senhora Emília Bittencourt em algo profundamente lamentável. e pela segunda vez dentro da mesma matéria, o principal atingido pelas "descobertas" do programa global não pode se defender pessoalmente. Baraúna morreu em Niterói, em 2000, e Uyrangê Hollanda em Iguaba Grande, norte do Rio de Janeiro, em 1997.

Para mostrar que não possuia nenhum interesse em promover uma descaracterização e desvio de informações, o Fantástico termina a matéria falando que resta PELO MENOS um caso importante, nos arquivos da Aeronáutica que jamis foi explicado. Referindo-se ao chamado caso da NOITE OFICIAL DOS OVNIS. Mostrando que o mesmo foi observado por militares e que os mesmos declararam publicamente a presença não explicada de OVNIs a matéria de abertura do Fantástico teve fim.

A principal questão é, depois da descaracterização, será que o espectador ainda se lembra que a matéria de abertura tinha por intenção falar de inicio sobre a nova Portaria em Diário Ofical sobre como relatar os avistamentos? Assim é feita a manipulação da massa, o desvio do foco do público!

E você, questiona as infomrmações que recebe pela mídia?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO PUBLICA DECRETO SOBRE O QUE A AERONÁUTICA DEVE FAZER EM CASO DE CONTATO S COM OVNI:


Ontem fui dormir um tanto intrigado... Não sei se é bem essa a palavra certa, talvez até ofendido, ou um misto das duas coisas me parece. Senti-me como um verdadeiro palhaço ao ver a reportagem exibida pelo Jornal da Noite da Rede Globo. A matéria é séria, com um tema muito velho e batido para nós ufólogos. Diz à matéria que o comando da Aeronáutica publicou no diário oficial da união, as regras que deverão ser seguidas pelos pilotos quando o assunto for Objetos Voadores não Identificados. Embora o decreto seja novo, o fato de existir um manual de abordagem em contatos de todos os níveis existe há muito tempo!!

O repórter William Waack faz a chamada da reportagem normalmente e em seguida roda a matéria que se inicia questionando transeuntes se acreditam em vida extraterrena. Depois de respostas variadas, é mostrado que o assunto é muito serio nas forças armadas e não tem nenhuma conotação de fantástico ou brincadeira. A reportagem é rápida e direta como poderão ver!

Muito boa não é? Pois é, porém no site, tiveram o cuidado de cortar o desfecho da matéria onde o repórter da Globo ria com largo sorriso escarnecendo a matéria, quase não se segurando! Bem diferente do início, quando ela era "séria" e ele iniciou chamando a matéria falando sobre "Decreto em Diário Oficial de União..." Hóoo isso é serio, mas falar em OVNIs por mais de um minuto pelo visto deixa de ser!
Não sei se é uma pena terem cortado o desfecho do repórter no site da Globo, ou se fizeram isso por que realmente foi ridículo pra caramba. Naquele momento, me senti um verdadeiro imbecil, mas depois isso foi passando e fui dormir na verdade com pena de um repórter tão desinformado e com uma mentalidade tão pequena, certamente voltada para o óbvio, e que sabe somente o que dizem para ele sem nunca pensar por si mesmo!

 A mesma matéria caso alguém não consiga ver no link do Jornal da Globo acima, pode ser vista no youtube. No caso, esta foi editada por uma filial da Globo e também não tem esse final deprimente feito pelo Sr. William Waack.

domingo, 8 de agosto de 2010

CASO KARRAN - HERMÍNIO E BIANCA.

O caso Karran é um dos mais importantes da ufologia brasileira e disparado o mais importante para mim. Esse caso ocorrido em 12 de janeiro de 1976 se destaca para mim por varios motivos. O primeiro deles é o fato de que se trata de um casal que na época, eram Testemunhas de Jeová, sendo até mesmo Hermínio, ministro da igreja. O segundo, é que após estabelecido o contato, Bianca continua até hoje tendo contatos anuais, hora com Karran, hora com enviados de Karran caso ele não venha a Terra. O mais importante nesse caso entretanto é o Legado de Karran. Ele ensinou sobre a vida, a morte, a reencarnação e sobre o passado do planeta Terra, mas principalmente a técnica que até hoje é ensinada por Bianca. Inicialmente, trata-se de uma técnica para desdobramento astral, porém muito bem explicada cientificamente por Karran e seu objetivo vem a ser a conquista da auto consciencia. O conhecimento verdadeiro de quem somos nós e a ativação total das lembranças das nossas vivencias passadas! Segundo Karran, não utilizamos a capacidade total da mente humana por conta de um acidente solar que ocorreu no passado. O mesmo adormeceu a nossa capacidade cerebral deixando apenas o basico... É a explicação do motivo pelo qual usamos apenas 3% da capacidade de nossa mente. Também alerta ele sobre um novo acidente solr que reativará de volta essas capacidades e inevitaveis catastrofes ocorrerão na ocasião que será em breve, estando agora muito próximo mesmo de acontecer.
Hoje, Hermínio e Bianca são separados, mas Bianca, a única que mantem contato com os nossos irmãos do espaço, continua fazendo cursos e ensinando a Técnica Física Para Conquista da Autoconsciência “TFCA”, mantendo até mesmo um web site difundindo seu trabalho: http://www.tfca.com.br/ Tem 3 livros publicados que merecem muita atenção e os dois primeiros podem ser baixados no seu site em PDF totalmente de graça.
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Presenças obrigatórias em relatos e simpósios de ufologia, os dois contam, nesta entrevista exclusiva para o site: http://www.fenomenum.com.br/index.htm, os muitos obstáculos que tiveram de superar, desde as acusações de serem meros robôs teleguiados até os desconfortos da popularidade. Além disso, discorrem com naturalidade sobre a presença, já entre nós, de seres de outros planetas. Seus encontros com Karran são dos mais bem documentados da factualidade ufológica.

Um grupo de alunos, deitados no chão, aguarda as instruções de seus professores ou “guias”, que os conduzirão através das várias etapas do exercício de “saída consciente da matéria”.

Um novo tipo de culto? Não. Apenas um dos grupos orientados pelo casal de mineiros Hermínio e Bianca Reis, que se tornaram o caso mais controvertido de contato de 3º grau já ocorrido no Brasil, e que, baseados em ensinamentos de extraterrestres, ministram cursos sobre as práticas e técnicas da filosofia de vida extraterrestre – cursos esses que já contam com grande número de alunos, entusiasmados com as novas idéias, e que vêm causando polêmicas entre adeptos e céticos.

Parte de toda essa controvérsia advém da maneira sensacionalista com que o assunto foi tratado num programa de televisão, transmitido em rede nacional. A entrevista ocasionou, na época, diversas críticas por parte de pesquisadores, que julgaram insensato expor um assunto tão importante nas bases em que foi explorado naquele show.
Entretanto a presença do casal diante das câmeras provocou imediatamente uma discussão de caráter nacional com relação à questão discos voadores. As conferências do “casal do disco voador”, como são conhecidos, geram sempre grande entusiasmo do público, que se aglomera ao redor dos dois, bombardeando-os de perguntas e dúvidas.

Novamente, aqui, parte da controvérsia se faz evidenciar nas opiniões de alguns ufólogos, os quais acham injusto que duas pessoas reconhecidamente leigas no assunto sejam tomadas como especialistas nele.
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A aventura de Hermínio e Bianca começou em 1976, numa noite de janeiro, quando viajavam em seu carro do Rio de Janeiro para Belo Horizonte. Era muito tarde e a visão de um “balão” luminoso no céu os fez parar – fato que aconteceu o seu “seqüestro” com carro e tudo para dentro da espaçonave. Já no disco, eles encontraram o alto e belo Karran, extraterrestre que se tornou amigo dos dois e, através deles, também uma “celebridade”.
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Aquele foi o primeiro de uma série de quatro contatos ou encontros com Karran. O caso Hermínio e Bianca é um dos poucos em que os “seqüestrados” não perderam a lembrança do acontecido e ainda se envolveram tanto com os extraterrestres que outros contatos foram estabelecidos.
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Digno de nota foi o terceiro deles, em que Hermínio tirou fotos da nave deixando o solo. Estas fotos, que mais mostram “jogos de formas de luz” do que propriamente a silhueta de um disco voador, foram exaustivamente estudadas em laboratórios pelo pesquisador de UFOs Alberto Francisco Carmo.

O resultado das revelações foi apresentado em março de 1979, no Primeiro Congresso Brasileiro de Ufologia, em São Paulo, que contou com a presença do papa da ufologia, o astrofísico americano Allen Hynek. Alberto Francisco conclui:”...ou estas fotos são autênticas, revelando parte de uma supra – realidade que não conhecemos, ou então o sr. Hermínio da Silva Reis é um amador genial...”

Na nossa opinião, o que mais incita à controvérsia no caso de Hermínio e Bianca é o fato deles insistirem na tese de que os extraterrestres são sempre bem intencionados, ou seja, todos os extraterrestres que nos visitam vêm com a missão pacífica de compreender-nos e ajudar-nos a penetrar numa etapa do desenvolvimento e conhecimento humanos.

O assunto ainda se tornou mais delicado quando Hermínio, ex-pastor das Testemunhas de Jeová, divulgou detalhes impressionantes sobre discussões de caráter teológico que mantivera com o extraterrestre, chegando a fazer profundas declarações sobre as origens da vida na Terra.

Em geral, os pesquisadores divergem em suas opiniões sobre Hermínio e Bianca. Alguns preferem não discutir o assunto, temendo o risco da controvérsia e da especulação; outros admitem a veracidade do “seqüestro”, mas preferem manter-se à distância quando são chamados a testemunhar; outros, ainda, chegam às fronteiras da paranóia, afirmando terem os dois se tornado verdadeiros robôs, manipulados pelos extraterrestres, cujo único propósito é o de dominar o mundo.

ENTREVISTA

Apenas uma coisa é certa: apesar das diferentes reações de leigos e especialistas a respeito desse caso, o “casal do disco voador” continua sua caminhada, procurando, através dos ensinamentos dos extraterrestres, levar as pessoas ao maior conhecimento de si mesmas e do mundo em que vivem.

Sabe-se que vocês participam de todos os congressos de ufologia, onde ouvem muitos cientistas e pesquisadores apresentarem diversos trabalhos. O que vocês acham dessas pesquisas?

Hermínio: Nos congressos, prestamos muita atenção aos trabalhos de todos os pesquisadores. Isso nos abre perspectivas amplas sobre o assunto, inclusive a respeito de nosso trabalho. Os pesquisadores estão fazendo o seu trabalho, como nós estamos fazendo o nosso.Porém, eu e Bianca tivemos uma experiência física. Estivemos dentro de uma máquina; conversamos com gente de carne e osso como nós. Nessa ocasião, não só ouvimos muito como perguntamos muita coisa. Há outras pessoas como nós, que podem falar sobre o assunto e deveriam participar dos congressos mas não participam. Alguns pesquisadores ainda têm muitas dúvidas sobre a existência dos discos voadores. Uma pessoa que participa de um congresso de ufologia para expor trabalhos sobre o assunto Deve ter certeza de que eles existem. Certeza daquilo que está falando. Nesses congressos, onde você deveria ouvir e aprender sobre UFOs, as pessoas saem com medo deles. E isso não é positivo.

De acordo com as conclusões do congresso de ufologia de Brasília, pôde-se perceber que há, de certa forma, dois tipos de pesquisador: o clássico, que cataloga depoimentos, e os anticlássicos ou místicos como James Hurtak que associam a ufologia à arqueologia, ocultismo e ao próprio inconsciente humano. O que vocês acham desses dois tipos de pesquisa?

Hermínio: Acho que são válidos desde que representem o fato como ele se deu e não na a sua opinião sobre o assunto. A propósito, essa ligação misticismo/discos voadores não é correta. Eu mesmo já fui um místico até o dia em que tive contato direto com o fato; então passei a observá-lo como ciência, não como religião.

Muitos pesquisadores dizem que o caso de vocês é um tanto controvertido e que vocês até hoje não apresentaram “provas” ou “mostras” de que a experiência aconteceu realmente. Como vocês respondem a isso?

Bianca: Mas o que seria uma “prova convincente” para os pesquisadores?

Um pedaço de papel? Um pedaço de tecido da roupa de Karran? Alguns pesquisadores ficariam satisfeitos; outros, não. O que seria uma prova para alguns não seria para outros. Karran nos autorizou a tirar fotos que comprovam que estivemos com extraterrestres. Fotos que foram testadas cientificamente comprovando as diferenças com as coisas daqui. Para muitos ainda não foi o suficiente. Agora, o que é uma prova? Então eles diriam: trazer Karran pessoalmente. Mas esta é uma prova que satisfaz às pessoas individualmente. Outras não acreditarão em você. Agora eu coloco uma pergunta: e se agora eu trouxesse Karran até aqui? Talvez as pessoas dissessem que ele era muito humano para ser de outro planeta. Elas não vão acreditar que ele é extraterrestre, pois a grande maioria acha que, para eles serem de outros planetas, devem necessariamente ser diferentes. E existem muitas pessoas de outros planetas iguais a nós. Portanto, isso não seria uma prova.

Vocês contaram tudo o que sabem aos pesquisadores?

Bianca: Na medida do possível, sim.

O que você quer dizer com “na medida do possível ”?

Bianca: Eles nos pediram para não divulgar certos fatos e nós mesmos achamos que certas coisas não deveriam ser mencionadas em público.

Há pesquisadores que acham que vocês estão sendo usados por Karran e seu povo, e que, desde o primeiro contato, vocês se tornaram robôs, apesar de crerem estar agindo de própria vontade. Como vocês encaram essas afirmações?

Bianca:Acho que robôs todos nós somos. Uns usados de uma forma, outros de outra. Não sou manipulada por eles. Quando Karran diz alguma coisa, ele explica e te convence a lutar por aquilo que está dizendo. Da mesma maneira que uma pessoa luta por uma religião,por uma ciência, um ideal político ou qualquer outra coisa. Se as pessoas acham que somos robôs, elas devem pensar melhor e ver que existe um monte de robôs por aí – alguns manipulados pelo poder, pelo dinheiro, ou até pelo sexo.

Sabemos que após o contato direto, Bianca, você também passou a funcionar como um tipo de receptor e que Karran fala com você quando esta próximo da Terra. O que foi feito dentro do disco para tornar isso possível?

Bianca:Lá dentro, através de um aparelho dele (bem entendido que não foi implantado nenhum aparelho em mim), Karran registrou ondas mentais provenientes do meu cérebro – ondas mentais que todos emitimos, mas que não conhecemos ainda. Através dessas ondas eles se comunicam, ampliando-as, e elas são transmitidas para mim.São ondas minhas. São freqüências mentais minhas. Por isso eu compreendo e me comunico com eles assim. Conversando normalmente, já estou emitindo freqüências que chegam até os aparelhos, e eles estando com as máquinas ligadas, imediatamente recebem as minhas ondas também.

Antes da experiência, você apresentava algum sintoma de paranormalidade ou sensitividade?

Bianca: Não. Nunca prestei atenção nisso. Pode ser até que tivesse.

Vocês conheceram outros extraterrestres além de Karran?

Bianca: Sim.

Hermínio: No mês de janeiro de 1977, quando Karran veio pela segunda vez, ficamos conhecendo uma pessoa que estava vivendo aqui no Brasil e que nos encontrou e nos levou até Karran e vice-versa. Essa pessoa chamava-se Zir.
Qual era a aparência física de Zir?

Hermínio: Primeiramente, suponhamos que eu tomasse Zir como uma prova. Se eu chegasse até alguém e dissesse que Zir era de outro planeta, as pessoas não acreditariam, porque ele é igual a qualquer pessoa. Visualmente, Zir não dá provas de ser um habitante de outro planeta. Apenas em circunstancias especiais, que ele nos mostrou, pudemos notar que a circulação sanguínea dele não é do mesmo tipo que a nossa. Por exemplo, nossas veias são dispostas em sentido vertical, as dele são em sentido circular.

As de Karran também?

Hermínio: Não. Zir era diferente de Karran.

Então Zir não vem do mesmo planeta que Karran?

Hermínio: Não. Apenas serviu de intérprete naquele momento.

Então Zir morava na Terra?

Hermínio: Zir estava trabalhando aqui. Mas voltando à particularidade da circulação sanguínea ser diferente – fato que é quase imperceptível, pois só pudemos notar isso bem de perto com lanternas deles -, Zir também nos disse que tinha dois corações e que, antes de vir para cá, fora adaptado para viver aqui. Durante a noite, Zir usava filtros no nariz para manter-se em equilíbrio com nosso tipo de respiração.

Zir tinha uma profissão aqui?

Hermínio: Ele trabalhava no campo. Era um lavrador e se vestia como tal. Em suas mãos havia até calos. Usava roupas simples e pretas, feitas de tecido nosso.

Zir ainda vive na Terra?

Hermínio: Pelo que me consta, não. Ele estava doente naquela época. Sofrera um acidente e disse que ia embora.

Você disse que ele serviu de intérprete?

Hermínio: Karran falava seu próprio idioma e Zir ouvia e traduzia para nós em português.

Dentro do disco, esse processo foi feito através de uma máquina, certo?

Hermínio: Sim, por máquinas. Mas Bianca informou que Karran está aprendendo português. Só que, nessa segunda vez, Karran ainda não falava português.
Quer dizer que há realmente extraterrestres morando na Terra?

Hermínio: Sim. Karran nos disse que existem extraterrestres vivendo aqui, assim como há seres humanos da Terra vivendo no planeta de Karran.

Qual é a missão dos extraterrestres entre nós?

Hermínio: Karran nos disse que, por motivo de um acidente no planeta Terra nosso cérebro ficou bastante avariado, bloqueado. Por isso, eles resolveram acompanhar nosso desenvolvimento mental através dos tempos.

Vocês sabem se algum outro acidente irá ocorrer?

Hermínio: Sim. Mas Karran explicou que será um acidente necessário, porque nosso planeta precisa voltar à sua posição original. Retornando á situação inicial, então as coisas irão melhorar. Naturalmente, tudo voltará ao normal, inclusive os sobreviventes serão bem diferentes do ser humano atual. Não haverá bloqueios e eles usarão seus cérebros na totalidade.

Esse outro acidente será natural ou provocado pelo homem?

Hermínio: Karran me disse que inicialmente esse acidente foi provocado por uma grande descarga de energia solar. Naturalmente, esse retorno do planeta ao seu eixo também será provocado pelo Sol. Mas ele poderá ser apressado pelo homem.

Quando vai ocorrer esse acidente?

Hermínio: Karran me disse que está bem perto. Bem perto mesmo.

Embora não sejam místicos, vocês normalmente não têm diferenças ideológicas com os místicos como os rosacruzes,os teosofistas. Mas essa notícia do acidente que para muitos corresponde à idéia do Apocalipse, não seria um assunto dentro das fronteiras da mística?

Bianca: Pode até ser. Mas quando ele falou do acidente para nós, falou com a mesma naturalidade com que nós estamos falando tudo à você. Ele não contou coisas misteriosas, secretas.

Hermínio: A propósito, esse retorno ao eixo da Terra não significa um castigo, ou que Deus irá salvar os bons e destruir os maus. O mar, quando retomar sua posição inicial, atingirá tanto bons quanto maus. Para os extraterrestres, todos somos iguais.

Hermínio, você era pastor de uma religião cujos adeptos são normalmente considerados fanáticos. Quando você discutiu assuntos de natureza religiosa com Karran, o que foi que ele falou sobre Jesus Cristo e as idéias existentes na Bíblia?

Hermínio: A palavra pastor não era usada naquela época. Eu era um ministro de Deus e fui atuante como chefe de uma congregação por doze anos. Eu pregava, mas isso não quer dizer que eu era uma pessoa de grande importância na religião.

Na época em que se deu esse contato – 12 de janeiro de 1976, na estrada Matias Barbosa – eu já tinha me afastado me afastado do meu ministério por razões puramente particulares, e não por causa do assunto “disco voador”. Esse assunto me afastou ainda mais da religião e não da Bíblia.



Desde então, venho descobrindo muitas evidências na Bíblia sobre a existência de extraterrestres aqui na Terra. Posso dizer que hoje leio muito mais a Bíblia do que antes, e que aprendi muito mais a respeito de Deus do que antes.

O Deus de Karran é o mesmo em que nós acreditamos?

Hermínio: Sim, mas o deus de Karran não é o deus pregado pelas religiões. Esse Deus que nós conhecemos não existe. Karran disse que Deus ama todos nós sem distinção. Que o Criador não necessita de nós como servos, e sim como filhos. Assim, eu, de escravo de Deus passei a ser filho de meu Pai. E meu Pai é um homem rico, não é pobre.

Ele é dono de tudo, de todas as coisas que recebemos; e Deus não cobra nada por aquilo que Ele nos dá.

Como você vê hoje a figura de Jesus Cristo?

Hermínio: Quando conversei com Karran sobre a Bíblia, ele falou de um Pai Criador. Então perguntei se na terra dele havia muitas leis, como havia aqui na Terra. Ele me disse que na sua terra eles também receberam as mesmas leis que foram dadas a nós por aquele que conhecemos por Jesus Cristo, mas que não o conheciam por esse nome, “Não o conheço assim”, disse-me ele.

Então, ele completou dizendo trechos dessa lei:

“Amar ao próximo é amar ao Criador”; “Toda vez que tocarmos nosso próximo, é como se estivéssemos tocando em nós mesmos”; e: “Toda vez que ofendermos o próximo estaremos ofendendo a nós mesmos”.

Estas são as leis que eles conhecem. E é por isso que não concordo com pesquisadores que falam de tripulantes de disco voador violentos, agressivos, que falam de guerras em outros planetas. Chegam a dizer que Karran era um “bandoleiro do espaço”. Se você algum dia fizer contato com extraterrestres, verá que são pessoas bondosas, dedicadas, e raramente existe um registro nosso mostrando que o extraterrestre foi agressivo. Normalmente, nós é que agredimos primeiro.

Existem casos documentados – um exemplo clássico é o de Villas-Boas – da existência de cruzamentos (até forçados) entre terrestres e extraterrestres. Isto não seria uma evidência de uma conduta agressiva em relação aos homens?

Hermínio: Não. O que ocorreu com o dr. Villas-Boas foi um tipo de experiência científica.

Todos os extraterrestres são bons? Têm intenções boas em relação a nós?

Bianca: Sim. Por exemplo, suponhamos que eles fossem maus, que tivessem a intenção de tomar nosso planeta. Ora, diante da tecnologia que têm, da capacidade mental que têm, se eles fossem pessoas más, já teriam feito o mal há muito tempo. Então, eu não acredito que sejam maus, porque até hoje não invadiram nosso planeta.

Sabe-se que muitas pessoas foram queimadas, sofreram choques emocionais, psicológicos, e perderam a capacidade de trabalhar, sem contar os casos de pessoas que foram forçadas ao relacionamento sexual. Vocês acham que esse seria um comportamento de pessoas que querem o bem dos seres humanos?

Bianca: Ainda hoje estive discutindo com a pesquisadora – d.Irene Granchi – a respeito de pessoas que ficaram impossibilitadas de trabalhar por problemas mentais, etc. Mas acontece que pessoas sofrem dessa maneira a ponto de ficarem impossibilitadas atuar aqui na Terra só porque viram ou entraram num disco, se levassem um tombo também ficariam loucas. Se houvesse qualquer tipo de acidente, ela ficaria afetada como ficou diante de um disco voador, porque fisicamente ela já não estaria bem.

Então Karran não mencionou a existência de extraterrestres com intenções ruins a nosso respeito?

Bianca: Não. Apenas existem maneiras diferentes de ação dos extraterrestres. Alguns são muito precavidos. Se eles estão parados e a pessoa vai na direção deles, eles paralisam a pessoa mesmo.Só então podemos ver isso como uma agressão. Mas eu pergunto: se nós estivéssemos no lugar deles, não faríamos a mesmíssima coisa? Você sabe que nós não somos “bonzinhos” coisa nenhuma. Pela quantidade de crimes que existe em nosso planeta...

Karran verificou com vocês o caso de um extraterrestre que foi preso pelo FBI nos Estados Unidos, em 1953 ou 1954?

Bianca: Karran mencionou até o lugar – Ohio – e completou dizendo que não foi uma nave só que caiu, e sim duas; e que na ocasião, após o acidente, alguns tripulantes já estavam mortos, havendo somente um com vida. Os extraterrestres da terra do sobrevivente viriam apanhá-lo. Só que, quando chegaram, essa pessoa já fora levada. Então, a nave que veio buscar o tripulante destruiu apenas os restos dos discos que sofreram o acidente. Ele ainda me disse que aqui na Terra há corpos de pessoas de outros planetas. Só que não sei onde estão.

Por que vocês nunca escreveram um livro sobre os contatos que tiveram?

Hermínio: Porque realmente o assunto do livro é tão controvertido quanto o assunto “disco voador”. Você tem nos acompanhado e sabe que, até o presente momento, o esboço original não está em nossas mãos. Está em mãos de outras pessoas. À medida que novos contatos vão acontecendo e nossas opiniões vão se consolidando sobre as coisas que já conhecemos, com informações mais exatas, estamos pensando em colocar esses quatro encontros em um livro só, com fotografias obtidas no terceiro contato.

Além disso, desde o primeiro encontro em que ele nos falou do acidente que nos bloqueou o cérebro, existia também eu - Hermínio. Minha religião não admite a existência de um espírito dentro de nós, algo que sobrevivesse à perda da matéria. Conversei sobre isto com Karran e ele me disse que não falava comigo – matéria, porque eu como matéria não poderia falar nada com ele sem a minha real presença.

Então ele nos ensinou uma técnica para sairmos conscientemente de nossa matéria, para provar-me que eu não era apenas matéria como nós pensávamos.

Em que encontro ele ensinou isso?

Hermínio: Desde o primeiro encontro ele falou sobre isso. E nos encontros seguintes, Bianca foi quem mais trabalhou essa técnica, porque eu tinha que viajar e ela podia ficar em casa, fazendo o exercício. Com isso, ela conseguiu resultados muito mais rápidos do que eu.

E qual é a finalidade de sair do corpo?

Hermínio: Não. Sair do corpo, muita gente faz. O problema é sair da sua matéria consciente.Preparar sua matéria para uma saída consciente e um retorno consciente, ou eliminando o bloqueio existente em nosso cérebro. Mas os exercícios não terminam com a saída e o retorno consciente da matéria; eles têm que continuar a ser praticados fora da matéria em grupo.
Há alguma outra finalidade além dessa? Qual a utilidade dessa técnica?

Hermínio: Não sei se vou ser bem explícito, mas o que eu tenho a dizer é que além de você sair do corpo, de provar a si mesmo que você existe,você estimula um tipo de glândula da cabeça que, através de exercícios com o nervo ótico, é irrigada, fazendo com que ela funcione, porque antes ela foi atrofiada.

Através desse exercício, você vai usar uma parte do cérebro que nós não usamos e não estamos habituados a usar. É justamente aquela área do cérebro que está bloqueada.

Segundo Karran, não existe mais motivo para esse bloqueio, porque as matérias que estão nascendo agora são boas – sem defeito. Nós apenas não estamos usando toda a nossa capacidade mental porque nos esquecemos de como usá-la. A técnica de trabalhar esse lado da mente também nos foi ensinada e ela nos favorece as lembranças anteriores.

Após seus contatos com Karran, confirmou-se para você a idéia de que reencarnação existe?

Hermínio: Não segundo uma doutrina, e sim como uma técnica. Não quero usar essa palavra “reencarnação”; prefiro “troca de matéria”. Não quero usar um termo que possa causar uma questão mística. Você retorna novamente à matéria, porque você foi feito para usar matéria. É uma lei natural feita pelo Criador. Existe uma semelhança com aquilo que chamamos reencarnação para pagar um carma, para pagar pecados, e por aí afora.
O que Karran nos disse não foi isso. Você volta por uma causa natural das coisas, não para pagar algo que está devendo.