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domingo, 11 de setembro de 2011

Ator Carlos Vereza, diz ter visto discos voadores e que eles sabiam que eram vistos!

Em entrevista com o portal iG (ultimosegundo.ig.com.br), o ator brasileiro Carlos Vereza afirma que já avistou de seu apartamento no 13º andar de um prédio com vista ampla para a Barra da Tijuca e a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, diversos discos voadores, inclusive chegando a filmar alguns deles.

O ator também teria dito enfaticamente que “os extraterrestres estão limpando a crosta terrestre das explosões atômicas que aconteceram no sul do oceano pacífico“.

Durante a entrevista, ele teria cedido um vídeo feito do seu apartamento, às 05h30min de uma sexta-feira de maio do ano passado, o qual mostra dois objetos não identificados no céu. A filmagem teria sido testemunhada por amigos do ator, que acreditavam estar diante de naves extraterrestres.

O iG exibiu a gravação à astrônoma Josina Nascimento, coordenadora de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, a qual teria dito que:

“não é cometa, não é meteoro, não é estrela. Não é nada que a gente conheça. Não tem efeito de computador. Não sei do que se trata. São objetos não identificados do ponto de vista astronômico. Mas tem que se levar em consideração a meteorologia. Nós da astronomia podemos falar que não é um objeto conhecido, não é um fenômeno normal de se acontecer.”

Foto reprodução do vídeo cedido por Vereza.
O mesmo vídeo também foi mostrado ao Ufólogo Wallacy Abino, presidente do GEUBS (Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista), o qual, após assistir a cena algumas vezes, surpreendentemente deu um parecer contrário ao da astrônoma. Abino disse:

“Posso lhe garantir com cem por cento de certeza de que se trata apenas de simples aviões. Esse efeito se chama rastro de condensação. Ocorre quando a certa altitude o ar está frio e bastante úmido, fazendo com que a passagem de um avião crie uma nuvem a sua volta. Este efeito só fica visível quando o sol está se pondo ou nascendo.”

Carlos Vereza concede a entrevista a seguir em seu apartamento, no 13º andar de um prédio cuja varanda tem ampla vista para a praia da Barra da Tijuca e a Pedra da Gávea, no Rio. É desta mesma varanda que o ator diz já ter avistado diversos discos voadores. Com ajuda do assessor pessoal, Roberto Ricardo, filmou pelo celular o que seriam alguns deles e cedeu ao iG as imagens. “Os extraterrestres estão limpando a crosta terrestre das explosões atômicas que acontecem no sul do oceano pacífico”, diz, enfático.

Ator contratado da TV Globo – vai fazer a próxima novela das 6 -, prestes a completar 53 anos de carreira, com prestígio nacional construído a partir de memoráveis papéis na televisão, premiado no teatro e com atuação marcante também no cinema, Vereza pretende lançar até março, quando completa 71 anos, o livro “Efeito Especial – Estilhaços Biográficos. Vida Privada de Karl Marx”.

Seu contato com o espiritismo, religião que segue até hoje, surgiu a partir de um incidente ocorrido durante a gravação do seriado “Delegacia de Mulheres”, da TV Globo, há 22 anos. “Explodiu pólvora no meu ouvido esquerdo e, por causa disso, fiquei três anos em depressão e internado em vários sanatórios”, conta. O episódio é relatado com detalhes em seu livro.

Divorciado, Vereza mora sozinho com uma empregada. Na sala do apartamento, entre outras, há imagens de Nossa Senhora da Conceição, de uma figura indiana, uma estátua de São Jorge. Pede para que nenhuma das imagens seja fotografada, “em respeito a elas”.

Entre uma xícara de café e outra, Vereza conta que é médium intuitivo. Relata que espíritos batem a sua porta, o chamam pelo seu nome, acendem e apagam a luz, ligam o computador. “Não tenho medo de que me achem louco”, diz o ator. Ele tem muita fé em sua religião, mas diz que não pede ajuda para compor seus personagens. “Aí é o talento que Deus me deu”.

iG: Por que detalhar em um livro o episódio que afetou sua audição?
CARLOS VEREZA: O acidente mudou minha vida. Ouvia um zumbido fortíssimo que me causou depressão, labirintite, insônia. Acabou meu casamento de 15 anos (com a artista plástica Delma de Oliveira Godoy). Ficava só deitado, igual a um vegetal. Foi quando minha tia falou para eu ir ao Lar do Frei Luiz (centro espírita na zona oeste do Rio), que tinha curado meu primo de leucemia.

Carlos Vereza, 70 anos - Foto: Selmy Yassuda
iG: Qual é a relação da sua depressão com a “vida privada de Karl Marx”, subtítulo do livro?
CARLOS VEREZA: Fui do Partido Comunista por 15 anos, mas nunca fui ateu, por não acreditar no mundo como obra do acaso. Ia às reuniões do partido com a medalhinha de São Jorge. Gosto da história de vida do Marx que, ao contrário dos comunistas amigos do Lula, morreu na miséria e teve duas filhas que se suicidaram. Faço um paralelo da utopia dele, contando o ser humano que ele foi.

iG: Mas o senhor trocou o comunismo pelo espiritismo?
CARLOS VEREZA: Deixei de ser comunista quando a União Soviética invadiu a Hungria. Me tornei espírita quando me curaram, sem me cobrarem absolutamente nada. Ciência, filosofia e religião são o tripé do espiritismo, que foi decodificado por um cético chamado Alan Kardec. Os fenômenos paranormais existem desde que o mundo é mundo. A primeira psicografia do mundo foi à tábua dos Dez Mandamentos.

iG: Já presenciou algum fenômeno paranormal?
CARLOS VEREZA: Vários, vários, vários. Lá no Frei Luiz temos a sessão de materialização. O médico deita numa cabine, expele um ectoplasma e, dele, se forma um espírito materializado. Em carne e osso. Este espírito traz do plano astral aparelhos de laser para o tratamento de quase 40 pessoas em cerca de uma hora. O médico fica em transe. O ectoplasma é composto por gás carbônico, hidrogênio, oxigênio...

iG: Sei.
CARLOS VEREZA: O espírito vem com uma capa branca que parece de algodão. Teve um dia em que ele deixou a capa branca para a gente. Já tive um pedacinho desse pano, mas é que aqui em casa tudo some... É uma tolice achar que só existe a matéria. Taí a física quântica para mostrar que passado, presente e futuro estão num só plano.

iG: Tem algum poder sobrenatural?
CARLOS VEREZA: Todo mundo tem mediunidade, só que nem todos desenvolvem. Tem o vidente, o audiente (que ouve vozes de espíritos), o psicógrafo, o “vista dupla” (que vê pessoas ao seu lado que você não enxerga)... Todos nós somos videntes. Dizem que sou médium intuitivo. Eu pressinto, mas não sou nenhum profeta.

iG: Explique melhor.
CARLOS VEREZA: Sinto a vibração das pessoas que entram na minha casa.

iG: E o que sentiu quando chegamos?
CARLOS VEREZA: Boa, boa, boa... Muito boa.

iG: O senhor vê pessoas mortas?
CARLOS VEREZA: Nunca vi nenhum espírito, mas já senti. Às vezes escuto o meu nome, “Caaarlos, Caaarlos”, bem nitidamente. Às vezes eles batem na minha porta. Quando vejo, não tem ninguém. Já nem abro mais a porta, já estou acostumado de tanto que batem. Eles queimam interruptores, acendem a luz do nada... Mas isso não é todo dia. Queria falar também que tenho uma relação muito forte com ufologia.

iG: É?
CARLOS VEREZA: Já vi vários discos voadores que saem da Pedra da Gávea. Eu lhe mostro agora no meu laptop o vídeo que fiz quando dois discos apareceram aqui perto.

iG: Qual é a relação da ufologia com a mediunidade?
CARLOS VEREZA: Total. Perguntei a um espírito qual é a diferença entre um alienígena e um espírito. Ele falou “nenhuma”. Os extraterrestres do bem estão limpando a crosta terrestre das bombas atômicas que explodem no sul do oceano Pacífico. Depois reclamam que as placas tectônicas estão se batendo no fundo do mar.

iG: As placas tectônicas se movem desde que o planeta foi formado.
CARLOS VEREZA: Elas se movem sempre, mas não a ponto de provocar terremotos que matam 300 mil pessoas e formar ondas de tsunami que matam outras milhares de pessoas. Com suas naves, eles limpam a crosta terrestre e mandam advertências seriíssimas para a gente.

iG: Como quais?
CARLOS VEREZA: Com estas explosões, o eixo da Terra se verticalizou. Houve a mudança do eixo da Terra. Tudo é quântico, mexe com a cabeça da humanidade. Pai que mata filho, garoto de dez anos que atira na professora... Essa loucura do planeta que a gente vive... Tudo é ligado às placas tectônicas e ao universo. Não é preciso ver para saber. Tenho certeza de que nossos anjos da guarda e outros espíritos estão aqui agora ouvindo nossa conversa. Tenho certeza como eu me chamo Carlos.

iG: Esses espíritos são os mesmos que acendem a luz e batem à porta?
CARLOS VEREZA: Dependendo da visita, até o computador liga sozinho. Isso tudo é trabalho científico, que está sendo estudado por acadêmicos. Sonia Rinaldi, da USP, grava vozes de espíritos pelo rádio, é a transcomunicação. Coloca isso, porque senão vão dizer “Vereza está maluco, só fala besteira”.
"Tenho certeza de que nossos anjos da guarda e outros espíritos estão aqui agora ouvindo nossa conversa"

Vereza toca flauta transversa ao final da entrevista - Foto: Selmy Yassuda
iG: O senhor pede ajuda espiritual para compor personagens?
CARLOS VEREZA: São 53 anos de carreira que vou fazer em dezembro, meu filho. Aí é o talento que Deus me deu, né? Para você cair logo desmaiado, leia esta mensagem em voz alta (Vereza entrega ao repórter um texto “psicografado”, atribuído por ele à autora de novelas Janete Clair, morta em 1983).

iG: Voltando à ufologia, como avistou OVNIs?
CARLOS VEREZA: O grande avistamento foi em 1997. Eu, minha filha Larissa, minha amiga médium Márcia Zenkye, o marido dela Josué, que é comissário de bordo, estávamos na varanda do apartamento, quando vimos mais de dez discos passando bem próximo, em velocidade inacreditável. Demorou mais de três horas. Eles vinham e iam, como se mergulhassem no mar.

iG: Foi só essa vez?
CARLOS VEREZA: Não. Há um ano e meio, o Roberto falou que estava vendo uma coisa na direção da Pedra da Gávea. Fui ver e falei: “Ih, Roberto. Aquilo está parecendo disco. Corre e pega seu celular”. Ele demorou a achar o celular. Os objetos não correram. Me deu a impressão de que eles sabiam que estavam sendo vistos e queriam que fossem registrados. Tem um mistério em torno da Pedra da Gávea.

iG: Diz a lenda que os fenícios...
CARLOS VEREZA: Diz não, eles estiveram ali. Há 15 mil anos. O Brasil não começou agora (Vereza mostra o vídeo dos OVNIs no seu laptop).

iG: Não ficou com medo?
CARLOS VEREZA: Ficamos de mãos dadas chorando. Eles passam alguma coisa inexplicável de emoção. Se ampliar a imagem, você vê até a cabine deles. Calculo que estivessem a 40 km/h. Não é avião, sonda, nem helicóptero. Ia mandar para o Fantástico, mas não divulguei, porque sempre aparece alguém dizendo que é balão meteorológico. Mas autorizo você a divulgar, estou na vida para colocar a cara a tapa.

iG: As pessoas podem achá-lo louco.
CARLOS VEREZA: Já falei aqui para você muita coisa que as pessoas não vão acreditar. Falei de espírito, de ectoplasma, de materialização... Não tenho medo do que vão dizer. O lugar em que mais aparece disco é o México, é coisa impressionante. O Vaticano já chama os extraterrestres de irmãos. Você nunca ouviu falar nos tapetes voadores das “Mil e Uma Noites”? Então... Era o vocabulário da época.

iG: Que outros fenômenos o senhor já presenciou?
CARLOS VEREZA: Meses depois deste vídeo, um colega meu dormia aqui, eram quase 6h, quando os discos passaram. O gravador ligou sozinho e começou a transmitir vozes. Passou do português ao castelhano, depois para inglês. Não deu para entender bem. O que me fez concluir que a velocidade deles é tão absurda que eles trocam de idioma conforme passam pelos países.

iG: Imagino.
CARLOS VEREZA: O mundo é muito complexo, rapaz. Não é só pegar o carro, ir trabalhar e voltar para casa, não. Os iogas levitam na água, na Índia. É o domínio de leis da natureza que foge do nosso conhecimento. Galileu quase foi queimado porque dizia que a Terra não era o centro do universo. Assim vai a vida.

iG: Há alguns meses, entrevistei o cantor João Bosco, que confessou morrer de medo do fim do mundo. Ele acredita que um meteoro vai se chocar com a Terra em 2029. Há motivos para tal pânico?
CARLOS VEREZA: Meu querido João Bosco, o mundo enquanto bola não vai acabar. Haverá uma transformação de dogmas e conceitos em 2012, porque estamos entrando na Era de Aquário. São mudanças para o bem, algumas até geográficas, mas a humanidade vai levar um susto para que tenhamos paz no futuro.

Colaboração: Paulo Avendando e Mattosap

sábado, 10 de setembro de 2011

DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências

O DNA humano é uma Internet biológica e superior em muitos aspectos à artificial. A mais recente pesquisa científica russa, direta ou indiretamente explica fenômenos como a clarividência, a intuição espontânea e atos remotos de cura, auto-cura, as técnicas de afirmação, a luz incomum/aura em torno de pessoas (ou seja, os mestres espirituais), influência da mente sobre padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências SEM remover e substituir um único gene.

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não é estúpida, juntaram linguistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de “DNA lixo”. Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! Segundo eles, nosso DNA não é apenas responsável pela construção do nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e de comunicação. Os linguistas Russos compreenderam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, seguem as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. 

Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e realmente estabalecem regras como as nossas linguagens. Assim as linguagens humanas não surgiram coincidentemente, são um reflexo do nosso DNA inerente.

O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr Garjajev e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. Eles conseguiram, por exemplo, modular determinados padrões de frequência sobre um raio laser e com isso influenciaram a frequência do DNA e, assim, a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. 

Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A substância viva (DNA no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas.

Isso explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É perfeitamente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das fibras do DNA e os inserem em outra parte, os Russos trabalharam entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo celular através das adequadas frequências moduladas de rádio e luz e assim reparar defeitos genéticos. 

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que com este método, cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, pode ser reparados. Eles capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma, toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa uma revolução inacreditável e uma transformação mundial e sensacional! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte arcaico! Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas.

Os mestres esotéricos e espirituais conheceram por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, pelas palavras e o pensamento. Isto foi agora provado e explicado cientificamente. É claro que a frequência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força.

A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e na maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores Russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a frequência correta. 

Os cientistas Russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca magnetizados! Buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Estes são conexões subterrâneas entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais a informação pode ser transmitida para fora do espaço e tempo. O DNA atrai estas unidades de informação e transmite-os à nossa consciência.

Eles irradiaram amostras do DNA com raio laser. Na tela, um padrão de onda típica foi formado. Quando eles removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu. Muitas experiências de controle mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente por si mesmo. Este efeito é agora chamado efeito de DNA fantasma. 

Sabemos agora que assim como na internet o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, pode chamar os dados da rede e podemos estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou “sensibilidade à distância” sobre o estado de parentes, etc pode ser explicado.

Fonte: provafinal.net

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Levitação Quântica e o Futuro

Uma camada de supercondutores finíssimos, com um mícron de espessura, é revestida com um wafer de safira. A Física quântica nos diz que o campo magnético penetra de forma discreta nos tubos de fluxo do supercondutor. Este, por sua vez, prende fortemente os tubos, fazendo com que flutue no ar. O efeito é chamado de “levitação quântica”.

Um único wafer de cristal de safira foi deixado com camada de um mícron de espessura e colocado junto ao material cerâmico chamado óxido de ítrio bário cobre (YBa2Cu307-x). A camada de cerâmica não tem propriedades magnéticas nem elétricas interessantes à temperatura ambiente. Mas quando resfriada abaixo de -185ºC (-301ºF), o material se torna supercondutor. Então conduz eletricidade sem resistência – sua perda de energia é zero.

Supercondutividade e campo magnético não gostam um do outro. Quando possível, o supercondutor vai expulsar todos os campos magnéticos do interior. Trata-se do efeito Meissner. No caso em questão, uma vez que o supercondutor esteja extremamente fino, o campo magnético penetra. No entanto, faz isso em quantidade discreta de energia (Física quântica), chamada tubos de fluxo.

Dentro de cada tubo de fluxo magnético a supercondutividade é destruída localmente. O supercondutor quer manter os tubos magnéticos fixados em áreas fracas (contornos granulados, por exemplo). Qualquer movimento espacial do supercondutor fará com que os tubos de fluxo se movimentem, a fim de evitar que o supercondutor continue "preso" no ar.

A NASA está tentando lançar as suas naves espaciais com princípio semelhante. A proposta MagLev é uma tecnologia que tem um conceito similar: poderia levitar e acelerar um veículo de lançamento ao longo de uma pista, em velocidade muito alta, antes dele deixar o chão. Usando eletricidade e campos magnéticos, um sistema MagLev de auxílio colocaria a nave espacial em um trilho horizontal até ela alcançar a velocidade desejada para, então, acionar os motores e lançar-se em órbita. 

Simulação de lançamento por levitação magnética (MagLev) em desenvolvimento pela NASA

Pedro de Campos é autor dos livros: Colônia Capella – A outra face de Adão; Universo Profundo; UFO – Fenômeno de Contato; Um Vermelho Encarnado no Céu; Os Escolhidos da Ufologia na Interpretação Espírita, publicados pela Lúmen Editorial. E também do recém-lançamento: Lentulus - Encarnações de Emmanuel. E dos DVDs, Os Aliens na Visão Espírita, Parte1 e parte 2, lançados pela Revista UFO.


Por Pedro de Campos
Fonte: The physics behind

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Estranho Passageiro: A Mãe do ouro

No tempo de faculdade um colega me questionou sobre esferas de energia. Eu me lembrei de uma matéria que tinha guardado e quiz até depois mostrar a ele a matéria, mas descobri que a mesma havia se perdido. Assim mesmo, comentei com ele o que lembrava e ao falar no nome mãe do ouro meu colega pirou de vez. Entendam, ele não é Ufólogo nem interessado no assunto, é um sujeito prático e até sem imaginação, mas sua família, sendo do interior, sua mãe sempre falava sobre a mãe do ouro nos campos... Ele não dava o menor crédito, sendo para ele lenda e invencionice da cabeça de sua mãe. 

Também ele nunca ouvira esse nome ou expressão da boca de outra pessoa se não a mãe. E foi através de mim que ele percebeu que se tratava de algo real e recorrente. Por isso mesmo tentei mostrar a ele o lado científico e até não-ufológico. Para terminar, ainda redimi a mãe dele, explicando que esses fenômenos raros, ou mesmo os de cunho ufológico quando vistos pelo interior do Brasil, deram origem a lendas como a da mula-sem-cabeça ou do Boitatá uma vez que ao ver a esfera voando a certa distância ele muitas vezes foi entendida como o galope de um animal com pescoço em chamas! Ele ficou paralisado um tempo, pensando no quanto era lógico e no quanto ele não sabia e por prepotência tinha deixado passar.   

Buscando outras coisas. Esbarrei com a matéria perdida, postada na íntegra em um site scaneada diretamente da revista. Agora, para não mais a perder, posto aqui a matéria para guaradá-la e dividi-la com todos.

Essa matéria tem importância porque pouco se fala dos fenômenos atmosféricos pouco conhecidos, fogo fátuo, fogo de São Telmo ou outros que podem ser confundidos com sondas alienígenas "foo fighters". 

Então, vamos à matéria! 

Não havia lua. Nuvens de chuva se formavam no céu noturno de Nova Iorque. O vôo EA539 da Estern Airlines seguia uma rota ascendente, com destino final em Washington D.C. Subitamente, cinco minutos após a meia-noite, uma descarga elétrica converteu o avião em um enorme vaga-lume.

Em seu interior, vários passageiros ergueram a vista ao ver o que foi descrito como uma esfera incandescente de aproximadamente 20cm de diâmetro. Ela teria saído da cabine do piloto e sobrevoado o corredor central da aeronave a cerca de 75cm do piso. Possuía uma cor branco-azulado e dava a impressão de ser sólida.


Acredite-se ou não, estas experiências são freqüentes. Existem diversos relatos sobre encontros próximos com esferas supostamente incandescentes, alguns deles fatais como o vivido por Georg Richmann, morador de São Petesburgo (Rússia) no século XVIII. O cientista havia conectado um pára-raios diretamente a um medidor elétrico em seu laboratório. Quando veio a descarga atmosférica, a experiência produziu uma bola de fogo cor branco-azulada, do tamanho de um punho, que atingiu Richmann na cabeça, matando-o.

Até pouco tempo, as bolas de fogo – também conhecidas como raios esféricos – constituíam um dos maiores enigmas científicos de nossa época. Um globo luminoso que surge repentinamente e parece preferir espaços fechados. Pode atravessar o vidro, voa inclusive contra o vento e desaparece tão misteriosamente quanto surgiu.
Uma típica bola de fogo é perfeitamente esférica, possui aproximadamente 25cm de diâmetro e uma cor alaranjada. Não muda de cor ou luminosidade. Pode estar rodeada por um halo ou coroa e por vezes emite faíscas ou raios. O fenômeno pode durar um minuto e termina de varias maneiras possíveis. Algumas explodem com violência enquanto outras simplesmente se dissolvem no ar.

Bola voadora

Não se sabe por que estas bolas preferem espaços fechados, mas o certo é que parecem buscar o interior das aeronaves, edifícios e chaminés. Freqüentemente, penetram em aberturas estreitas, como buracos de fechaduras. Uma dona-de-casa inglesa guarda como souvenir o avental incinerado usado para afugentar a bola de fogo que entrou em sua cozinha em 1975.

A energia dessas bolas pode ser deduzida do episódio em que uma delas – do tamanho de uma laranja – entrou em um barril e fez ferver a água contida nele.

Como se fosse pouco, a bola saiu em direção a uma casa, onde cortou um cabo telefônico e chamuscou a moldura de uma janela. Isto equivale à energia de um aquecedor elétrico de mil watts de potencia durante mais de uma hora.

Estes fenômenos parecem ter vida própria. As bolas de fogo voam a pouca distancia do solo, às vezes emitem sibilo ameaçador ou desprendem um odor sulfuroso. A maior parte dos avistamentos de esferas de fogo ocorre com tempo chuvoso, mas nem sempre coincidem com a queda de um raio. E há bastantes casos de aparições com tempo bom.
Durante muitos anos, os cientistas recusaram a admitir sua existência. Em 1970, eram explicadas como manchas visuais nos olhos das testemunhas. Mas, como entre estas figuravam nomes científicos do nível de Niels Bohr, Vctor Weisskopf e Martin Ryle, muitos investigadores prestaram atenção no incomodo enigma.

Esferas em Laboratório

Nikola Tesla tentou reproduzir as esferas de fogo em seu laboratório e disse tê-lo conseguido. Mas outros esforços recentes não lograram êxito. O debate se divide entre os que sustentam a natureza elétrica do fenômeno e os que ousadamente invocam a anti-matéria.

Uma das teorias mais elegantes era proposta pelo famoso físico nuclear e Prêmio Nobel, o soviético Piotr Kapitza. O cientista assinalou que os raios comuns podem gerar ondas radiais que se canalizariam no espaço entre a nuvem e o solo. Se, em uma certa área, o campo eletromagnético adquire intensidade suficiente, pode ionizar o ar, produzindo plasma – gás ionizado e quente – em forma de esfera ígnea. Esta se deslocaria com a modificação do campo eletromagnético.

A teoria testada com sucesso pelo cientista japonês Yoshi-Hiko Ohtsuki, que declarou ter obtido em laboratório bolas de plasma de cor variável entre o azul ou o branco e o vermelho ou laranja. Estas esferas atravessavam intactas uma placa de cerâmica de 3mm de espessura, sem danificá-la, e se moveram contra o forte vento artificialmente gerado para a experiência. Estas propriedades coincidem com os relatos conhecidos.

Círculos ingleses

Entusiasmado com sua descoberta, que pode esclarecer definitivamente um enigma várias vezes centenário, o doutor Ohtsuki afirmou que estava em condições de desvendar outro grande mistério. Trata-se dos círculos nos trigais ingleses, um fenômeno que intriga os investigadores há muito tempo. Sua origem é atribuída a extraterrestres e chegou a ser reivindicada por dois sexagenários locais.

O cientista japonês explica que os círculos ingleses podem ter sido formados por esferas de plasma e chegou a produzir o fenômeno em laboratório, porém, sobre pó de alumínio, um substituto distante para os campos de trigo. De todo modo, as esferas de fogo produzidas por Ohtsuki deixaram círculos muito semelhantes aos ingleses. Através do computador, estes dados puderam ser aplicados matematicamente a condições supostamente reais de aparição.

Os observadores olharam com certo ceticismo a proposta do cientista japonês que ainda deixa muito a explicar, sobretudo pela distância que separa experiências de laboratório e surpreendentes círculos tatuados.

No interior do Brasil, não são incomuns os relatos de pessoas que viram alguma bola de fogo com tais características, e que o vulgo chama de a mãe do ouro. A crença popular admite que, onde a mãe do ouro aparece existe muito metal precioso no subsolo.

Fonte: Revista Ano Zero, junho de 1992. 

Mas é claro que isso não mata o fenômeno ufológico dos crop circles. Como disse em posts anteriores, estes não são apenas círculos, são desenhos que muitas vezes "ou sempre" contém mensagens, são produzidos de forma rápida e por alguma forma de energia desconhecida que dobra o vegetal sem quebrá-lo como seria natural. Os desenhos muitas vezes tem tridimensionalidade e seqüências matemáticas complexas em perfeita simetria. Só podem ser vistos e entendidos se vistos por inteiro do alto e por isso não tem como formas tão complexas serem produzidas por pessoas ao chão.

Hoje já começam a surgir alguns vídeos autênticos de pequenas sondas criando crop circles... Um dia alguém ia conseguir isso! Outro vídeo que também pode ser facilmente achado na internet mostra pessoas ao estudarem um crop circle filmando uma sonda que passa por eles e se afasta sendo filmada por um longo trajeto. Algo como quem diz: Sorriam, vocês também estão sendo filmados! Abaixo, divido com vocês o vídeo da sonda fazendo um crop circle.


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Planeta recém descoberto poderia ser habitável

Washington, 1 set (PL) Uma equipe internacional de cientistas descobriu um novo planeta a só 36 anos luz da Terra, e dadas suas características iniciais consideram que poderia ser habitável.
 
Batizado como HD85512b, este planeta gira ao redor de uma anã laranja na constelação de Vela, a uma distância perfeita, que permite a existência de água líquida em sua superfície, indicaram os pesquisadores.

Os autores do achado, astrônomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e do Instituto de Astronomia Max Planck, assinalam ademais que sua atmosfera não se parece à dos planetas gigantes (onde predomina hidrógeno e helio) e poderia conter, portanto, oxigênio e nitrógeno.

"A distância está exatamente no limite no que pode ser tido água líquida", afirma Lisa Kaltenegger, autora principal da investigação.

"Se o compararmos com nosso Sistema Solar estaria um pouco mais longe do que Vénus está de nosso Sol", acrescentou.

FONTE: PRENSA LATINA - Agência Informativa Latinoamericana